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ConviteRicardo
28/10/2013

Exposição e Livro de Ricardo Homen

Ricardo Homen se refere à suas pinturas óleo sobre tela e sobre papel como desenhos, sendo seus trabalhos feitos através de estruturas geométricas, faixas coloridas e gradeados que vão criando um ritmo, através de um jogo de cores contrastantes. Ao longo de quase trinta anos de carreira, o artista acumulou em seu currículo diversas exposições pelo Brasil e textos de renomados críticos de arte brasileiros.

O livro de 180 páginas foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e será distribuído gratuitamente no dia de seu lançamento na AM Galeria de Arte. A publicação bilíngue [português-inglês] é uma excelente fonte sobre o artista mineiro e conta com imagens de trabalhos iniciais até os mais recentes, além de textos de vários críticos, entre eles o ainda inédito do curador e Doutor em Filosofia pela USP, Lorenzo Mammi.

Já na exposição, que tem curadoria da diretora artística da AM Galeria de Arte, Emmanuelle Grossi, juntamente com o artista, será apresentada uma série de trabalhos nunca exibidos e que representam com vigor a produção e direção dos três últimos anos. São duas telas de 3 metros de altura e 20 pinturas em óleo sobre papel.

“É com muita alegria que lançamos o livro de Ricardo Homen e realizamos essa mostra. Acredito que essas ações reafirmam e consolidam em definitivo a sua importância no cenário artístico mineiro e nacional e oferecem um rico material de pesquisa para o público. A galeria se sente honrada em participar desse projeto. Ricardo Homen é um artista muito respeitado no circuito artístico nacional e tem um fôlego produtivo invejável, uma trajetória coerente e consistente. E não tem nenhum medo da cor! Isso é maravilhoso! Eu poderia montar uma exposição três vezes maior com tantas obras incríveis”, comenta Emmanuelle.

Sobre o artista
Ricardo Homen nasceu em 1961, em Belo Horizonte (MG), onde vive, trabalha e tornou-se referência no mercado de artes. Em 1978, abriu a Molduras Van Gogh, em sociedade com seu irmão Júlio, ofício que mantém até os dias de hoje e que lhe permitiu entrar em contato com o meio artístico da cidade. Foi quando conheceu o grupo de artistas que freqüentava o Núcleo Experimental de Arte de Amilcar de Castro. Fez sua primeira exposição em 1986 e, desde então, vem se destacando na cena artística brasileira, com premiações e participações em importantes museus e galerias do país.