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10/10/2016

Lançamento do livro “Interiores V” de Jomar Bragança na AM.

Reserve a data de 19 de outubro, a partir das 18h,  para o lançamento do livro “Interiores V” de Jomar Bragança na AM Galeria.

A série, iniciada em 2002, chega em sua 5ª edição e reúne projetos de arquitetura, decoração e paisagismo assinados por 65 escritórios brasileiros.

Em 512 páginas de edição luxuosa apresenta um panorama da produção atual com fotos dos projetos de importantes profissionais.

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30/09/2016

“E se fossemos nós os modernos?”

Jomar Bragança
24 de setembro – 19 de outubro de 2016

“E se fossemos nós os modernos?” é o título da série que dá nome a exposição individual de Jomar Bragança na AM Galeria de Arte. Jomar, reconhecido nacional e internacionalmente como fotógrafo de arquitetura, desenvolve também, desde meados da década de 80, um trabalho autoral que lida sobretudo com a memória dos lugares, a arquitetura abandonada e a relação do homem com a natureza.

Para a nova exposição Jomar apresenta um ensaio sobre a residência modernista “Dalva Simão” de 1954 projetada por Oscar Niemeyer localizada na orla da Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte, MG. O projeto, iniciado em 2013 com curadoria de Manu Grossi, se desenvolde a partir do livro do antropólogo, sociólogo e filósofo francês Bruno Latour, “Jamais fomos modernos” de 1991 no qual o autor afirma que a nossa modernidade jamais passou de um projeto e que tal projeto falhou.

No ensaio o artista nos apresenta a casa vazia, detalhes da arquitetura, angulos, luzes, sutilezas próprias do projeto modernista de Niemeyer. Na exposição as imagens se confundem com os materiais presentes no projeto e, em duplas, compoem uma montagem onde se tornam janelas de aluminio, caixas de concreto, lambris de madeira, azulejos, jardins e espelhos. As duplas de fotografias/objeto são dispostas em meio a um jardim modernista/tropical que acontece no espaço da galeria e permeia toda a exposição. Segundo Manu Grossi, curadora do projeto, “É como um passeio pela memória do modernismo. A obra de Jomar Bragança apresenta uma força delicada e uma simplicidade de recursos própria dos grandes fotógrafos/artistas que conseguem desmaterializar e reconstruir conceitos através de seu olhar sobre um lugar e seus possiveis novos significados. Sem dúvida este ensaio tem uma poesia que traz importante reflexão sobre o papel da arquitetura moderna no Brasil, o abandono dessas edificações residenciais e sobretudo o que existe de modernidade em nós e qual seu legado – especialmente em Belo Horizonte.”

Daniel Feingold
28/06/2016

Museu Oscar Niemeyer exibe a mostra “Acaso Controlado” de Daniel Feingold

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O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe de 02 de junho a 25 de setembro a exposição Acaso Controlado, do artista carioca Daniel Feingold. A mostra ocupará a sala 2, com cerca de 40 obras, dentre fotografias e pinturas. A entrada na hora da abertura será gratuita.

Com curadoria da cientista social, historiadora e curadora de arte Vanda Klabin, a exposição se divide em quatro ambientes. No primeiro, serão apresentados três obras históricas, entre elas, o tríptico Grid# 02, que fez parte da Bienal do Mercosul, seguidas de outras duas obras da série Espaço Empenado, dando um caráter retrospectivo da carreira de Feingold. Nas salas seguintes serão apresentados quatro pinturas da série Estrutura e cinco pinturas da série Yahweh.

Fechando a exposição, serão apresentadas 32 fotografias da série Homenagem ao Retângulo, feitas no Jardin des Plantes, em Paris. “A fotografia para Feingold é um modo de apreensão do real e o eixo condutor do seu aparelho sensível e perceptivo”, comenta a curadora.

Para Juliana Vosnika, diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer, “oferecer ao público a oportunidade de conhecer obras emblemáticas da produção de Daniel Feingold, artista carioca que já tem seu nome estabelecido nas artes visuais brasileiras atende o nosso propósito de disseminar a cultura e acrescentar mais informações ao repertório do nosso visitante.”

A série negra, que o artista chama de Yahweh (Javé) leva o nome do Deus judaico do Antigo Testamento e é composta por telas pintadas em preto sobre branco, na posição vertical e, depois, unidas na horizontal, formando dípticos de grandes dimensões. Essa série marca um novo ciclo de trabalhos do artista.

Serão apresentadas ainda quatro pinturas medindo até dois metros e oitenta cada, da série Estrutura, são dípticos, em esmalte sintético, cada um com uma paleta reduzida de cores, enfatizando as questões: estrutura, plano e cromatismo. Pinturas degrande formato através do qual o espaço bidimensional da tela interage incisivamente com o observador.

A série fotográfica nomeada Homenagem ao Retângulo é composta por 32 imagens. As fotografias dessa série são abstrações geométricas feitas a partir de troncos de árvores secas do Jardin des Plantes, que o artista descreve como uma maneira de reestruturar o espaço, contradizendo a situação arquitetônica.

Daniel Feingold trabalha com esmalte sintético escorrido, e a pintura acontece neste processo, quando a geometria organiza o olhar na apreensão do movimento dos planos. A articulação da grade geométrica é atingida pela fluência do esmalte sintético escorrendo na tela sem que o artista interfira no seu movimento. O controle surge pela combinação da espessura da tinta com a precisão obtida pelo ritmo e quantidade despejada. Não há fitas separando os campos de cor, não há pincel, rolo ou espátula.

Feingold revela o seu enfrentamento direto com a pintura por meio da execução de unidades de grande escala. A exuberância da matéria combina um sistema pictórico com conceitos críticos, com o repensar a arte, seus limites, suas inquietações. O seu trabalho pulsa, irradia-se para as bordas e margens em formas ondulantes, fluidas, sempre materializando um novo gesto.

SERVIÇO: Exposição Acaso Controlado – Daniel Feingold
Abertura: dia 2 de junho, quinta, 19 horas
Quanto: Entrada gratuita na hora da abertura
Até 25/09/2016, terça a domingo, das 10h às 18h

Miores informações no site do MON

Daniel Feingold
27/06/2016

Daniel Feingold – novo artista representado pela AM Galeria

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Daniel Feingold é o mais novo artista representado pela AM Galeria. Com exposições realizadas em várias instituições importantes do país, suas obras fazem parte de importantes coleções privadas no Brasil e no exterior, além de instituições, como o MNBA (Museu Nacional de Belas Artes,Rio de Janeiro), do MAM e no Itaú Cultural, ambas em São Paulo. O artista revela o seu enfrentamento direto com a pintura por meio da execução de unidades de grande escala. A exuberância da matéria combina um sistema pictórico com conceitos críticos, com o repensar a arte, seus limites, suas inquietações. O seu trabalho pulsa, irradia-se para as bordas e margens em formas ondulantes, fluidas, sempre materializando um novo gesto. Conheça mais obras do artista, aqui, na AM!

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