Nelson Leirner

Entrevista com Nelson Leirner por Rafael Vogt Maia Rosa +

Metrópolis - Exposição: Nelson Leirner 2011-1961 = 50 anos +

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Nelson Leirner nasceu em 1932, na cidade de São Paulo.

Entre 1947 e 1952 estudou engenharia têxtil no Lowell Technological Institute, em Massachusetts, Estados Unidos. Em 1956, teve aulas de pintura com Juan Ponç, abandonando-as para buscar outras formas estimulantes para seu trabalho além da pintura sobre tela. Em 1958, frequentou por dois meses o Ateliê Abstração, de Samson Flexor. Participou, desde então, de vários salões de arte, e realizou, em 1961, sua primeira exposição individual. Foi selecionado para a VII, VIII e IX edições da Bienal de São Paulo (1963, 1965 e 1967). Em uma exposição na Galeria Atrium (1965), apresentou objetos que anunciavam a noção de apropriação que iria marcar sua carreira e seu trabalho. Em 1966, com outros cinco artistas, formou o grupo Rex, um coletivo que questionava, por meio de exposições, ações e debates, o excesso da institucionalização da arte. Em 1967, participou da exposição "Nova Objetividade Brasileira" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro), e foi premiado na IX Bienal de Tóquio com as obras Homenagem a Fontana I e Homenagem a Fontana II. No mesmo ano, realizou a "Exposição-não-exposição", um happening de encerramento das atividades do Grupo Rex, e foi selecionado para o IV Salão de Arte Moderna de Brasília com os trabalhos O porco e Tronco com cadeira, combustível para o que passaria a ser conhecido como o "Happening da crítica". Convidado, em 1969, para se juntar à Bienal de São Paulo, aderiu ao boicote internacional à instituição e se recusou a participar. Produziu, no mesmo ano, a exposição "Playground", no Museu de Arte de São Paulo - Masp, com peças feitas para serem manipuladas pelo público. Em 1971, recusou novamente o convite para se juntar à Bienal de São Paulo, em uma sala especial, devido à censura contra a representação brasileira na Bienal de Paris. Em 1974, a exposição "Revolta do Animal" foi considerada a "melhor proposta" pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA. Convidado para lecionar na Faculdade Armando Álvares Penteado - Faap (São Paulo), iniciou, em 1975, sua carreira de professor. Produziu, no mesmo ano, quatro filmes super-8 e a exposição "Esporte é cultura", na Galeria Arte Global. Recebeu o prêmio de melhor desenhista da APCA, que solicitou dele uma obra reproduzível como prêmio para a menção honrosa de 1975. O trabalho apresentado, em fotocópia, foi recusado pela instituição. Em 1978, montou a exposição "Uma linha dura. não dura.", na Galeria LuisaStrina. Em 1980, a exposição "Pague para Ver" foi cancelada pela Galeria Múltipla de Arte devido ao texto produzido para o convite da exposição, no qual o artista expunha, com ironia, os vários interesses que controlam o mercado de arte. Participou, em 1984, da exposição "Tradição e ruptura", promovida pela Fundação Bienal de São Paulo. Em 1987, fez parte da mostra coletiva "Modernidade: arte brasileira do século XX", no Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris. Montou, em 1989, na Galeria LuisaStrina, a instalação Projeto aula, em que procurava dissolver a ideia de autoria de uma obra de arte. Em 1994, participou da Bienal Brasil do Século XX e fez uma retrospectiva de seu trabalho no Paço das Artes, em São Paulo, ocasião em que foi lançado um livro sobre seu trabalho, revisto por Agnaldo Farias. Em 1996, deixou o cargo de professor na Faculdade Armando Álvares Penteado. Mudou-se para o Rio de Janeiro no ano seguinte, onde passou a coordenar o curso básico da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Produziu, em 1997, a exposição "Uma viagem.", no Centro Cultural Light, no Rio de Janeiro. Participou frequentemente de exposições no Brasil e no exterior, em eventos coletivos e individuais. Os trabalhos apresentados no XVI Salão Nacional, realizado em 1998 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, foram apreendidos pelo juiz da Vara da Infância e Adolescência sob a alegação de obscenidade, um fato que desencadeou uma campanha nacional contra a censura nas artes visuais. No mesmo ano, as obras censuradas foram apresentadas na Galeria Brito Cimino, em uma exposição proibida para menores de 18 anos de idade. Ainda em 1998, Leirner ganhou o 2º Prêmio Johnnie Walker de Belas-Artes. Em 1999, representou o Brasil na 48ª Bienal de Veneza. Em 2002, foi lançado o livro Arte e arte não, reunindo ensaios do crítico Tadeu Chiarelli sobre sua carreira artística. Leirner participou, em uma sala especial, da 25ª Bienal de São Paulo e foi o tema da exposição antológica "Adoração", com curadoria de Moacir dos Anjos, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, em Recife, e no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio, em Brasília. Tadeu Chiarelli organizou a exposição "Nelson, antes de N. Leirner", no Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo, com uma montagem de obras criadas até 1967. Também em 2002, foi homenageado como "Professor referência" pela Fundação Armando Álvares Penteado. Em 2006, participou da 27ª Bienal de São Paulo, novamente com uma sala especial. Em 2007, a Associação Brasileira dos Críticos de Arte - ABCA conferiu-lhe o prêmio "Trajetória de um artista" e, em 2009, foi homenageado como "Artista Referência" pelo Instituto Itaú Cultural com uma exposição e com o documentário intitulado Assim é, se lhe parece, dirigido por Carla Gallo e apresentado em circuito aberto. Participou da exposição "Dreamlands", no Centro Georges Pompidou, Paris, em 2010, e da 29ª Bienal de São Paulo. Em 2011, foi homenageado pelos seus 80 anos com a retrospectiva "Nelson Leirner 2011-1961 = 50 anos", na Fiesp/Sesi-SP, e "Who'swho", na Arte Contemporânea Agora, Miami, Estados Unidos. No mesmo ano, foi homenageado pelo Instituto Tomie Ohtake com uma sala especial na exposição "Beuys e bem além - ensinar como arte". Recebeu o prêmio "Governador do Estado de São Paulo" em artes plásticas.

Fonte: Livro Nelson Leirner - a arte do avesso
Agnaldo Farias, Lilia Moritz Schwarcz, Piero Leirner
Andrea Jakobsson Estúdio

Exposições Individuais

2012 - Cem Monas. Galeria Silvia Cintra + Box 4, Rio de Janeiro, Brasil

2012 - Galerie Gabrielle Maubrie, Paris, França

2011 - Miami, USA - Who's Who, Now contemporary art

2011 - São Paulo, SP - Nelson Leirner 2011-1961=50 anos, FIESP

2011 - Porto Alegre, RS - Bolsa de Arte

2011 - Salvador, BA - Godbless, Galeria Paulo Darzé

2010 - Stripencores e Outras, Galeria Silvia Cintra+box4, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

2009 - São Paulo, SP - Ocupações – Artista Referencia – Instituto Itaú Cultuaral

2009 - Fortaleza, CE - Vestidas de Branco – A Festa – Centro Cultural Banco do Nordeste

2009 - Valencia- Espanha - Camino de Santos - IVAM – Instituto Valenciano de Arte Moderno

2008 - Belo Horizonte, MG - Vende-se – Galeria Celma Albuquerque

2008 - Vitória, ES, Vestidas de Branco -O casamento- Museu Vale

2008 - Badajos, Espanha - Camino de Santos – MEIAC

2008 - Madrid, Espanha - Camino de Santos - Casa das Américas

2007 - Rio de Janeiro, RJ - Silvia Cintra Galeria de Arte

2006 - Rio de Janeiro, RJ - Mercedes Viegas Arte Contemporânea

2006 - São Paulo SP - A Lot(e), na Galeria Brito Cimino

2006 - Lisboa, Portugal - Uma Vida Sem Tempo, na Graça Brandão

2006 - Porto Alegre RS - Bolsa de Arte

2005 - Niterói, RJ - Museu de Arte Contemporânea de Niterói

2005 - Paris, France - Gallerie Gabrielle Maubrie

2004 - New York, EUA - N.Leirner 1999+5, Roebling Hall

2004 - Rio de Janeiro RJ - Variações, no Museu da Chácara do Céu

2004 - São Paulo SP - Era uma Vez... , na Galeria Brito Cimino

2004 - São Paulo SP - N.Leirner 1994+10, no Instituto Tomie Ohtake

2004 - Curitiba PR - N.Leirner 1994+10, no Museu Oscar Niemeyer

2003 - Paris (França) - Outre-mer, na Galerie Gabrielle Maubrie

2003 - Porto (Portugal) - Um + Dois + Mil, no Culturgest

2003 - São Paulo SP - Assim é... Se lhe Parece, na Galeria Brito Cimino

2002 - Brasília DF - Adoração, no Estaço Cultural ECCO

2002 - Recife PE - Adoração, no Mamam

2002 - São Paulo SP - Arte e Não Arte, na Brito Cimino Arte Contemporânea e Moderna

2002 - Belo Horizonte MG - Arte e Não Arte, na Ângela Martins

2002 - São Paulo SP - Nelson Antes de N. Leirner, no Centro Universitário Maria Antonia

2001 - São Paulo SP - Projeto Parede. Nelson Leirner, no MAM/SP

2000 - Salvador BA - Fase Rio de Janeiro, na Galeria Paulo Darzé

1999 - Rio de Janeiro RJ - Nelson Leirner: clonagens, na Galeria Anna Maria Niemeyer

1999 - Porto Alegre RS - Bolsa de Arte Porto Alegre

1998 - Rio de Janeiro RJ - Trabalhos Feitos numa Cadeira de Balança Vendo Televisão, na Galeria Brito Cimino

1998 - São Paulo SP - Nelson Leirner: uma instalação, na Galeria Brito Cimino

1998 - São Paulo SP - Trabalhos Feitos numa Cadeira de Balança Vendo Televisão, na Galeria Brito Cimino

1997 - Rio de Janeiro RJ - Nelson Leirner: uma viagem... , no Centro Cultural Light

1995 - São Paulo SP - Bazar do Oswaldo, no Escritório de Arte Oswaldo Kathalian

1994 - São Paulo SP - Nelson Leirner: retrospectiva, no Paço das Artes

1994 - São Paulo SP - Homenagem a Fontana, na Galeria de Arte São Paulo

1993 - São Paulo SP - Jardim das Delícias, na Capela do Morumbi

1992 - São Paulo SP - Performance do Estado, na Pinacoteca do Estado

1991 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Grey at Gallery and Study Center

1990 - São Paulo SP - A Última Ceia, na Galeria Luisa Strina

1989 - São Paulo SP - Projeto Aula, na Galeria Luisa Strina

1987 - São Paulo SP - Exposição para Ser... Lida, na Galeria Luisa Strina

1985 - Rio de Janeiro RJ - Vinhetas, Rodapés e Monogramas, na GB ARTe

1985 - São Paulo SP - O Grande Combate, na Galeria Luisa Strina

1984 - Rio de Janeiro RJ - O Grande Desfile, no Espaço ABC

1984 - São Paulo SP - Exponha-se à Arte, na Galeria de Arte São Paulo

1984 - São Paulo SP - O Grande Desfile, no MAC/USP

1983 - São Paulo SP - Xeque-Mate e Puzz, na Galeria Luisa Strina

1980 - São Paulo SP - Pague Para Ver, na Galeria Múltipla de Arte

1978 - São Paulo SP - Uma Linha Não Dura, na Galeria Luisa Strina

1978 - São Paulo SP - Uma Linha Dura... Não Dura, na Galeria Luisa Strina

1977 - São Paulo SP - Nelson Leirner: aquarelas, na Galeria Luisa Strina

1977 - São Paulo SP - O Artista e a Empresa, no Masp

1975 - São Paulo SP - Esporte é Cultura, na Galeria Arte Global

1974 - Austin (Estados Unidos) - A Rebelião dos Animais, na Unversity of Texas at Austin. University Art Museum

1974 - São Paulo SP - A Rebelião dos Animais, no Masp

1974 - Washington (Estados Unidos) - A Rebelião dos Animais, no Brazilian-American Cultural Institute

1973 - Rio de Janeiro RJ - Estandartes e Desenhos, na Galeria Grupo B

1972 - São Paulo SP - Tecnologias do Cotidiano, no MAC/USP

1971 - Rio de Janeiro RJ - Múltiplos ao Cubo, na Galeria de Arte Ipanema

1971 - Rio de Janeiro RJ - Tecnologia do Cotidiano. Vestidos de Branco, na Galeria do Grupo B

1971 - São Paulo SP - Múltiplos ao Cubo, na Galeria Inter-Design

1970 - São Paulo SP - Nelson Leirner: plásticos, na FAU/USP

1969 - Rio de Janeiro RJ - Playground, no MAM/RJ

1969 - São Paulo SP - Playground, no Masp

1968 - Rio de Janeiro RJ - Love Life of a Gorilla, no MAM/RJ

1968 - São Paulo SP - Aprenda Colorir Gozando/Gozar Colorindo, na Galeria Art-Art

1967 - São Paulo SP - Exposição-Não-Exposição, na Rex Gallery & Sons

1967 - São Paulo SP - Homenagem a Fontana, na Seta Galeria de Arte

1965 - Buenos Aires (Argentina) - Individual, no Museo de Arte Moderna

1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Espaço ABC

1965 - São Paulo SP - Individual, na Atrium Galeria de Arte

1964 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Solarium

1961 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luís

1960 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte das Folhas

 

Exposiçoes Coletivas

2011 - São Paulo SP - Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil

2010 - Paris, França - Dreamlands. Centre Georges Pompidou

2010 - Rio de Janeiro, RJ - RExposição 1 de cada 1. Galeria Silvia Cintra + Box 4

2010 - Rio de Janeiro, RJ - Coletânea Bienal. Galeria Silvia Cintra + Box 4

2010 - São Paulo SP - XXIX Bienal de São Paulo

2009 - Rio de Janeiro, RJ - NÓS – Museu da Republica

2009 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil Brasileiro – Centro Cultural Banco do Brasil

2009 - São Paulo SP - Atenção- estratégias para entender arte – Museu de Arte Moderna de São Paulo

2009 - São Paulo SP - Cinema Experimental Centro Cultural São Paulo

2009 - Dubai, Emirados Árabes - Convidado especial – Art – Fair

2008 - Rio de Janeiro, RJ -Coleção Gilberto Chateaubriend - Museu de Arte Moderna

2008 - São Paulo SP - Brasil Brasileiro – Centro Cultural Banco do Brasil

2008 - São Paulo SP - Futuro do Presente – Instituto Cultural Itaú

2008 - Zurich, Suissa - Face to Face – Daros LatinoAmerica Collection

2008 - Sintra, Portugal - Arte Latino Americana na Coleção Berrado - Museu de Arte Moderna

2008 - São Paulo SP - Duchamp Me – Museu de Arte Moderna de São Paulo

2007 - São Paulo SP - Tropicália: uma modernidade paralela ao Brasil (circa 1967), OCA

2007 - São Paulo SP - Arte como questão, Instituto Tomie Ohtake

2007 - Neumunster, Luxemburgo - As Portas do Mundo, Centre Culturel de Rencontres de Neumunster

2007 - São Paulo SP - Dez Dias de Arte Conceitual no Acervo do MAM, no MAM de SP

2007 - Bochum, Alemanha - Puntos de Vista: Daros Latinamerica Collection, Museum Bochum

2007 - Palma de Mallorca, Espanha - Estkuart 07, Joan Guaita Art

2007 - Porto Alegre RS - Bienal do Mercosul

2007 - Porto Alegre RS - Begonã Egurbide e Nelson L., na Bolsa de Arte

2007 - Rio de Janeiro RJ - Filmes de Atistas, Espaço OI Futuro

2007 - Valência, Espanha - Bienal de Valencia

2007 - São Paulo SP - Itaú COntemporâneo: Arte no Brasil 1981-2006, no Itaú Cultural

2007 - São Paulo SP - Mulher, Mulheres: Um Olhar sobre o Feminino na Arte Contemporânea, no SESC Paulista

2007 - Rio de Janeiro RJ - Poder e Afetividade, na Galeria Silvia Cintra Galeria de Arte

2007 - New York, EUA - The Disappeared (Los Desaparecidos), El Museo del Barrio

2006 - Bronx, EUA - Tropicália: A Revolution in Brazilian Culture, Bronx Museum of Art

2006 - Miami, EUA - The Sites of Latin American Abstraction, Cisneros Fontanais Art Foundation

2006 - New York, EUA - The Beautiful Game: Contemporary Art and Football, The Brooklyn Institute of Contemporary Art, Brooklyn Academy of Music, Jamaica Arts Center, Roebling Mall Galleries, Rotunda Gallery e Brooklin Information and Culture Inc

2006 - New York, EUA - Espasso

2006 - Berlin, Alemanha - Copa de Cultura, Haus der Kukuren der Welt

2006 - Leeds, Inglaterra - Espaço Alerto/Espaço Fechado: sites for sculpture in modern Brazil, The Henry Moore Foundation

2006 - Londres, Inglaterra - Tropicália: uma modernidade paralela ao Brasil (circa 1967), Barbican

2005 - São Paulo SP -Homo Ludens: do faz de conta à vertige, no Itaú Cultural

2005 - Basse Normandie - Centre d´Art Contemporain

2005 - Hangzhou, China - Paradiso d¡ Amore - Neo- Aesthetics in the Art of Animation and Comics, West Lake Expo Museum

2005 - Beijing, China - Paradiso d¡ Amore - Neo- Aesthetics in the Art of Animation and Comics, The China Millennium Museum

2005 - Shanghai, China - Paradiso d¡ Amore - Neo- Aesthetics in the Art of Animation and Comics, Shanghai Art Museum and Bund 18 Creative Center

2005 - Chicago, USA - Tropicália: A Revolution in Brazilian Culture, Museum of Contemporary Art

2005 - Alcabaça, Portugal - Lágrimas, Mosteiro de Alcabaça

2005 - Grand Forks, EUA - The Disappeared, North Dakota Museum of Art

2005 - Chendu or Guangzhou, China - Paradiso d¡ Amore - Neo- Aesthetics in the Art of Animation and Comics, Guangdong Museum

2005 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva 2005, no Mercedes Viegas Escritório de Arte

2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural

2004 - Vitória, ES - Uma Poética do Espaço na Arte Brasileira, No Museu da Vale do Rio Doce

2004 - Rio de Janeiro RJ - Espaço Lúdico - um olhar sobre a infância da ate brasileira, na Galeria do BNDES

2004 - São Paulo SP - Sonhando com os Olhos Abertos, Instituto Tomie Ohtake

2004 - Santa Barbara, EUA - Art of the Americas: Latin America and the United States, 1800 to Now, Santa Barbara Museus of Art

2004 - Paris, França - Fight the Power, Galerie Gabrielle Maubrie

2004 - Rio de Janeiro RJ - Os Amigos da Gravura, Museu da Chácara do Céu

2004 - São Paulo SP - Arteconhecimento, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo

2004 - Rio de Janeiro RJ - Na Arte Tudo Pode Ser Verdadeiro e Tudo Pode Ser Falso, na Anna Maria Niemeyer Galeria de Arte

2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA

2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Novo Museu

2004 - Rio de Janeiro RJ - Verdadeiro ou Falso, na Galeria Anna Maria Niemeyer

2004 - São Paulo SP - Gabinete de Papel, no CCSP

2004 - São Paulo SP - Pintura Reencarnada, no Paço das Artes

2004 - São Paulo SP - Sala de Arte, na Galeria Brito Cimino

2004 - São Paulo SP - Versão Brasileira, na Galeria Brito Cimino

2003 - Gijon, Espanha - Frágiles, Galeria Espacio Liquido

2003 - São Paulo SP - Palavra Extrapolada, no SESC Pompéia

2003 - Basel, Suiça - Art Unlimited, Art Basel

2003 - Madrid, Espanha - Art Unknown, ARCO

2003 - Iowa City (Estados Unidos) - Layers of Brazilian Art, na Faulconer Gallery

2003 - Niterói RJ - Apropriações: Curto-Circuito de Experiências Participativas, no MAC/Niterói

2003 - Recife PE - Ver de Novo/Ver o Novo, no Mamam

2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte em Movimento, no Espaço BNDES

2003 - Rio de Janeiro RJ - Fiat Lux: a luz na arte, no Centro Cultural da Justiça Federal

2003 - Rio de Janeiro RJ - Grupo Rex/Escola Brasil, no MAM/RJ

2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural

2003 - São Paulo SP - Aproximações do Espírito Pop: 1963-1968, no MAM/SP

2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural

2003 - São Paulo SP - Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP

2003 - São Paulo SP - Construtivismo e a Forma como Roupa, no MAM/SP

2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP

2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no MAM/SP

2003 - São Paulo SP - Ordenação e Vertigem, no CCBB

2003 - São Paulo SP - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake

2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio

2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

2002 - Liverpool (Inglaterra) - Pot

2002 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: modernos e contemporâneos, no MAC/Niterói

2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói

2002 - Porto Alegre RS - Apropriações e Coleções, no Santander Cultural

2002 - Rio de Janeiro RJ - Andar com Fé... , na Galeria Sesc Copacabana

2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

2002 - Liverpool, inglaterra - Bienal de Liverpool

2002 - São Paulo SP - 25ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

2002 - São Paulo SP - Imagens Apropriadas, no MAM/SP

2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake

2002 - São Paulo SP - Múltiplos Brasileiros 30 Anos Depois, na Multipla de Arte

2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas

2002 - São Paulo SP - Paralela, no Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530

2002 - São Paulo SP - Pot, na Galeria Fortes Vilaça

2001 - Basiléia (Suíça) - 32nd Basel International Art Fair

2001 - Juazeiro do Norte CE - 1ª Bienal de Arte do Cariri

2001 - Madri (Espanha) - Arco/2001, no Parque Ferial Juan Carlos I

2001 - Pequim (China) - 11 Artistas Brasileiros na China

2001 - São Paulo SP - Anos 70: trajetórias, no Itaú Cultural

2001 - São Paulo SP - Recortes, na Galeria Brito Cimino

2001 - São Paulo SP - The Overexcited Body: arte e esporte na sociedade contemporânea, no Sesc Pompéia

2001 - Rio de Janeiro RJ - Lucio Fontana, A Ótica do Invisível, Centro Cultural Banco do Brasil

2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural

2001 - Washington (Estados Unidos) - Virgin Territory: women, gender, and history in contemporary brazilian art, no National Museum of Women in the Arts

2000 - Belo Horizonte MG - Investigações: São ou Não São Gravuras?, no Itaú Cultural

2000 - Brasília DF - Investigações: São ou Não São Gravuras?, na Galeria Itaú Cultural

2000 - Düsseldorf (Alemanha) - The Fifth Element: money and art, no Kunsthalle Grabbeplatz

2000 - Fortaleza CE - 26º Panorama de Arte Brasileira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

2000 - Lisboa (Portugal) - Com um Oceano Inteiro Para Nadar, no Culturgest

2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

2000 - Niterói RJ - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAC/Niterói

2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasilidade, no Centro Cultural Light

2000 - Rio de Janeiro RJ - Humor Negro no Universo Feminino, na Galeria Anna Maria Niemeyer

2000 - Rio de Janeiro RJ - O Bardi dos Artistas, no Espaço Cultural dos Correios

2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações: arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil

2000 - Salvador BA - Ironias Visuais, na Paulo Darzé Galeria de Arte

2000 - São Paulo SP - Ano Três, na Galeria Brito Cimino

2000 - São Paulo SP - Arte Conceitual e Conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, na Galeria de Arte do Sesi

2000 - São Paulo SP - Arte e Erotismo, na Galeria Nara Roesler

2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal

2000 - São Paulo SP - Cá Entre Nós, no Paço das Artes

2000 - São Paulo SP - Desfile de Vacas

2000 - São Paulo SP - Humor Negro no Universo Feminino, no Paço das Artes

2000 - São Paulo SP - Illy Collection/Artistas do Brasil, no MuBE

2000 - São Paulo SP - O Bardi dos Artistas, no Memorial da América Latina. Galeria Marta Traba

2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi

2000 - São Paulo SP - Obra Nova, no MAC/USP

2000 - São Paulo SP - Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado

2000 - São Paulo SP - A Arte do Papel, Museu de Arte Contemporânea

2000 - São Paulo SP - 2º Território Expandido, no Sesc Pompéia

2000 - São Paulo SP - Prêmio Multicultural Estadão, SESC Pompéia

2000 - São Paulo SP - Três, na Galeria Brito Cimino

2000 - Lisboa, Portugal - Um Oceano Inteiro Para Nadar, Culturgest

2000 - Uberlândia MG - Bandeiras no Museu, no Museu Universitário de Arte

1999 - Paris (França) - Feira Internacional de Arte Contemporânea

1999 - Porto Alegre RS - Clonagem, na Bolsa de Arte

1999 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Chico Buarque, no Paço Imperial

1999 - Rio de Janeiro RJ - Clonagem, na A. M. Niemeyer - Galeria

1999 - Rio de Janeiro RJ - Cotidiano/Arte. Objeto Anos 60/90, no MAM/RJ

1999 - Rio de Janeiro RJ - Hierarquia?, no Paço Imperial

1999 - Rio de Janeiro RJ - Prêmio Johnnie Walker, no MNBA

1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural

1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. Objeto Anos 60/90, no Itaú Cultural

1999 - São Paulo SP - Enigmas, na Galeria Brito Cimino

1999 - São Paulo SP - O Sono da Razão, no MAM/SP

1999 - São Paulo SP - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP

1999 - São Paulo SP - Parallèle, na Galeria Brito Cimino

1999 - São Paulo SP - Por que Duchamp?, no Paço das Artes

1999 - Veneza (Itália) - 48ª Bienal de Veneza

1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural

1998 - Brasília DF - Futebol Arte, no Ministério das Relações Exteriores

1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural

1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói

1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural

1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

1998 - Rio de Janeiro RJ - II Prêmio Johnnie Walker de Artes plásticas, Museu Nacional de Belas Artes

1998 - São Paulo SP - Doações Recenter, MAM/SP

1998 - Rio de Janeiro RJ - O Ovo, na EAV/Parque Lage

1998 - Rio de Janeiro RJ - Trinta Anos de 68, no CCBB

1998 - Rio de Janeiro RJ - Trabalhos feitos em Cadeira de Balanço Assistindo a Televisão, MAM/RIO

1998 - São Paulo SP - 30ª Anual de Arte, na Faap

1998 - São Paulo SP - Canibáliafetiva, na A Estufa

1998 - São Paulo SP - Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP

1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural

1998 - São Paulo SP - Re-figuração, no MAC/USP

1998 - São Paulo SP - Iconoclastias Culturais, na Casa das Rosas

1998 - São Paulo SP - Múltiplos, no Valu Oria Galeria de Arte

1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp

1998 - São Paulo SP - Seleção, na Galeria Brito Cimino

1997 - Rio de Janeiro RJ - Noite de Autógrafos, na EAV/Parque Lage

1997 - São Paulo SP - A Cidade dos Artistas, no MAC/USP

1997 - São Paulo SP - Ao Cubo, no Paço das Artes

1997 - São Paulo SP - Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas

1997 - São Paulo SP - Brito Cimino Arte Contemporânea: mostra inaugural, na Galeria Brito Cimino

1997 - São Paulo SP - 1ª Heranças Contemporâneas, no MAC/USP

1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural

1996 - Brasília DF - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Galeria Itaú Cultural

1996 - Buenos Aires (Argentina) - América Latina'96 me el Museo Nacional de Bellas Artes, no Museo Nacional de Bellas Artes

1996 - São Paulo SP - 4º Studio Unesp Sesc Senai de Tecnologias de Imagens, no Sesc Pompéia

1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP 1920-1970, no MAC/USP

1996 - São Paulo SP - Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi

1996 - São Paulo SP - Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes

1996 - São Paulo SP - Nem Tudo que Reluz É Ouro, na Galeria Nara Roesler

1996 - Uberlândia MG - Arte no Hospital, na UFU

1995 - Rio de Janeiro RJ - A Infância Perversa: fábulas sobre a memória e o tempo, no MAM/RJ

1995 - Salvador BA - A Infância Perversa: fábulas sobre a memória e o tempo, no MAM/BA

1995 - São Paulo SP - O Desenho em São Paulo: 1956-1995, na Galeria Nara Roesler

1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista

1995 - São Paulo SP - 1ª United Artists, na Casa das Rosas

1994 - Belo Horizonte MG - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70

1994 - Fortaleza CE - Livro de Artista, no Centro de Artes Visuais Raimundo Cela

1994 - Penápolis SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Galeria Itaú Cultural

1994 - São Paulo SP - Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP

1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

1994 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

1994 - São Paulo SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, no Itaú Cultural

1993 - São Paulo SP - A Presença do Ready-Made: 80 anos, no MAC/USP

1992 - Rio de Janeiro RJ - Hoje em Dia... Avenida Central, no MNBA

1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP

1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand - MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi

1991 - Nova York (Estados Unidos) - Brazilian Art Today, na Grey Art Gallery

1991 - São Paulo SP - 22º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF

1990 - São Paulo SP - 21º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1990 - São Paulo SP - Arte Brasileira, no MAC/USP

1990 - São Paulo SP - Bardi: 45 artistas de São Paulo homenageiam os 90 anos do professor, no Masp

1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1989 - São Paulo SP - Viagem ao Papel nas Bienais Brasileiras, no MAM/SP

1988 - Rio de Janeiro RJ - 88 x 68: um balanço dos anos

1988 - Rio de Janeiro RJ - Le déjeuner sur l'art: Manet no Brasil, na EAV/Parque Lage

1988 - São Paulo SP - 19º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1988 - São Paulo SP - 34 Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Subdistrito Comercial de Arte

1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan

1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

1987 - São Paulo SP - A Trama do Gosto: um outro olhar sobre o cotidiano, na Fundação Bienal

1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris

1986 - Fortaleza CE - 1ª Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, na Fundação Demócrito Rocha

1986 - São Paulo SP - XX-XXI: uma virada no século, na Pinacoteca do Estado

1985 - São Paulo SP - 16º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1985 - São Paulo SP - Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/Faap

1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP

1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery

1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, no MAM/RJ

1982 - São Paulo SP - Artemicro, no MIS/SP

1981 - São Paulo SP - Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria de Arte São Paulo

1979 - Curitiba PR - 2ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade

1979 - São Paulo SP - Múltiplos e Objetos, na Galeria Múltipla de Arte

1979 - São Paulo SP - Volta à Figura: década de 60, no Museu Lasar Segall

1978 - São Paulo SP - 10º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap

1977 - Brasília DF - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, na Fundação Cultural do Distrito Federal

1977 - Recife PE - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, no Casarão de João Alfredo

1977 - Washington (Estados Unidos) - Recents Latin American Drawings 1969-1976: lines of vision

1976 - Campinas SP - 10º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC

1976 - Rio de Janeiro RJ - Documento/Debate, no MAM/RJ

1976 - Salvador BA - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/BA

1976 - São Paulo SP - Arte no Centro Campestre, no Sesc Pompéia

1975 - Birmingham (Estados Unidos) - Brazilian Graphics, no Birmingham Museum of Art

1975 - Curitiba PR - Arte na Cidade, no MAC/PR

1974 - São Paulo SP - Galeria Luisa Strina: mostra inaugural, na Galeria Luisa Strina

1973 - Bruxelas (Bélgica) - Image du Brésil, no Manhattan Center

1972 - São Paulo - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria Collectio

1972 - São Paulo SP - 4º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1972 - São Paulo SP - Arte Multiplicada Brasileira, na Multipla de Arte

1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

1972 - São Paulo SP - Bienal Nacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1972 - São Paulo SP - Múltiplos Brasileiros, na Galeria Múltipla de Arte

1970 - Belo Horizonte MG - Objeto e Participação, no Palácio das Artes

1969 - Porto Alegre RS - 2ª Jovem Arte Contemporânea, no Margs

1969 - São Paulo SP - 3ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

1968 - Rio de Janeiro RJ - Bandeiras na Praça, na Praça General Osório

1968 - Rio de Janeiro RJ - O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi

1968 - Salvador BA - 2ª Bienal Nacional de Artes Plásticas, no MAM/BA

1968 - São Paulo SP - 2ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

1968 - São Paulo SP - Primeira Feira Paulista de Opinião, no Teatro Ruth Escobar

1968 - São Paulo SP - 17º Salão Paulista de Arte Moderna

1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro

1967 - Rio de Janeiro RJ - Nova Objetividade Brasileira, no MAM/RJ

1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Itamaraty

1967 - São Paulo SP - Bandeiras na Praça, na Esquina da Avenida Brasil com a Rua Augusta

1967 - São Paulo SP - Exposição-Não-Exposição

1967 - Tóquio (Japão) - 9ª Bienal de Tóquio - Prêmio Mainichi Shimbum

1966 - São Paulo SP - Galeria Rex: exposição inaugural, na Rex Gallery & Sons

1966 - São Paulo SP - Descoberta da América, na Rex Gallery & Sons

1966 - São Paulo SP - Flash Back, na Rex Gallery & Sons

1965 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ

1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1965 - São Paulo SP - Geraldo de Barros e Nelson Leirner, na Atrium Galeria de Arte

1965 - São Paulo SP - Propostas 65, no MAB/Faap

1965 - São Paulo SP - 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAC/USP

1964 - Porto Alegre RS - Nelson Leirner e Giselda Leirner, no Margs

1964 - São Paulo SP - Nelson Leirner e Giselda Leirner, na Galeria Solarium

1963 - Rio de Janeiro RJ - 12º Salão Nacional de Arte Moderna

1963 - São Paulo SP - 12º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de prata

1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1963 - São Paulo SP - Salão do Trabalho, na Galeria de Arte das Folhas

1962 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Arte Moderna

1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1961 - Belo Horizonte MG - 16º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP

1961 - Curitiba PR - 2º Salão Anual de Curitiba, no Museu de Arte do Paraná

1961 - São Paulo SP - 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição

1960 - Belo Horizonte MG - 15º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP

1960 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1960 - São Paulo SP - Nelson Leirner, Ismênia Coaracy, Yara Tupynambá, Fernando Odriozola, na Galeria de Arte das Folhas

1960 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1959 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ

1959 - São Paulo SP - 8º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1958 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de bronze

 

Coleções Públicas

Brooklyn Museum, Nova York, EUA

CaixaGeral de Depósitos, Lisboa, Portugal

Centro Cultural Banco Nordeste, Fortaleza, Brasil

Cisneros Fontanals Art Foundation, Miami, EUA

Coleção Berardo, Sintra, Portugal

Coleção Centro de Arte Contemporânea, Brasil

ColeçãoItaú, São Paulo, Brasil

Coleção João Satamini, Rio de Janeiro, Brasil

Coleção Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), Recife, Brasil

Colección Patrícia Phelps de Cisneros, Caracas, Venezuela

Daros Latinamerica Collection, Zurique, Suíça

Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro, Brasil

La Maison Rouge, Paris, França

Miami Art Museum, Miami, EUA

Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina

Museu Afro Brasil, São Paulo, Brasil

Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Niterói, Brasil

Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, São Paulo, Brasil

Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil

Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil

Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife, Brasil

Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil

Museum of Latin American Art, Long Beach, EUA

Novo Museu, Curitiba, Brasil

Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil

Santa Barbara Museum of Art, Santa Barbara, EUA

Tate Modern, Londres, Reino Unido

Imagem de Amostra do You Tube

Nelson Leirner é filho da escultora Felícia Leirner e do empresário Isaí Leirner. Desde a infância a arte moderna está muito presente em sua vida. Seus pais ajudam a fundar o Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP e convivem com boa parte da vanguarda brasileira. No entanto essa proximidade não desperta de imediato o interesse de Leirner pela arte. Resolve tornar-se artista apenas na década de 1950, estimulado por trabalhos de Paul Klee. Em 1956, passa a ter aulas de pintura com Joan Ponç. Dois anos depois, freqüenta, por pouco tempo, o Atelier-Abstração, de Flexor. Não se entusiasma com os cursos. Suas telas se aproximam da abstração informal de pintores como Alberto Burri e Antoni Tàpies. Entre 1961 e 1964, continua com a pesquisa de materiais, mas com outra direção. Interessado nas poéticas dadaístas, produz seus quadros com objetos recolhidos na rua, gerando a série Apropriações.

Em 1964, o artista abandona a pintura e passa a trabalhar com elementos prontos, fabricados industrialmente. Recolhe objetos de uso e desloca seu sentido, como em Que Horas São D. Candida, 1964. Seus trabalhos estão entre a escultura e o objeto. Dois anos mais tarde, a participação do espectador é incorporada em obras como Você Faz Parte I e  II, 1966. Ainda em 1966, funda o Grupo Rex, com Wesley Duke Lee, Geraldo de Barros, Frederico Nasser, José Resende e Carlos Fajardo. O coletivo promove happenings e publica o jornal Rex Time. O grupo se volta a problemas como as relações da arte com o mercado, as instituições e o público. Tudo isso abordado com base nas linguagens radicais dos anos 1960.

Em 1967, monta a exposição Da Produção em Massa de uma Pintura. Mostra a série Homenagem a Fontana, uma das primeiras séries de múltiplos do país. As "pinturas" são produzidas industrialmente. Feitas de zíperes e tecidos, objetos que tradicionalmente não têm propriedades artísticas. No mesmo ano, envia seu Porco Empalhado , 1966 para o 4º Salão de Arte Moderna de Brasília. O júri aceita o trabalho. Leirner questiona o resultado e solicita uma manifestação explicita dos critérios de admissão da mostra, criando polêmica com críticos como Mário Pedrosa e Frederico Morais, conhecida como "happening da crítica".

A partir da década de 1970, o teor questionador do trabalho migra da ação direta para um sentido alegórico, que muitas vezes envolve o erotismo. O happening tem menos presença que o desenho e a instalação. Nessa época, Leirner se dedica a outras linguagens, como o design, os múltiplos e o cinema experimental.

A presença de elementos da cultura popular brasileira, marcante desde os anos 1960, cresce a partir da década de 1980. Em 1985, realiza a instalação O Grande Combate, em que utiliza imagens de santos, divindades afro-brasileiras, bonecos infantis e réplicas de animais. Pretende converter em arte o que é considerado banal. Desde o ano 2000, seu trabalho se apropria de imagens artísticas banalizadas pela sociedade de consumo. De maneira bem-humorada, lida com as reproduções da Gioconda [Mona Lisa], 1503/1506 de Leonardo da Vinci e a Fonte, 1917 de Marcel Duchamp como tema artístico. Com a mesma ironia, o artista replica sobre couro de boi imagens da tradição concreta brasileira, na série Construtivismo Rural.

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"Artista que nos anos 60 marcou sua contribuição com atitudes provocativas no contexto artístico brasileiro - como com a apresentação de um porco empalhado dentro de um engradado e atado a um presunto, evidentemente logo roubado pelo público, perante o júri do Salão de Brasília de 1967 - ou mesmo com o Altar de Roberto Carlos, do mesmo período, concebendo um ambiente de adoração e recolhimento em que a imagem principal, mesclada à religiosidade popular, era do ídolo musical da juventude da época, este artista foi igualmente autor de happening de inusitada violência, ao marcar dia e hora para oferecer ao público o que houvesse no interior da Galeria Rex, de São Paulo, que encerrava nesses dias suas atividades. Ao mesmo tempo, Nelson Leirner teve especial predileção pela apropriação de objetos industrializados, transfigurados em objetos artísticos com fino senso de humor. Observa-se, nessa opção, o caráter eminentemente urbano que permeia sua obra, de que é um exemplo sua criativa série Homenagem a Fontana. Essa intimidade com os meios industriais o levaria ao design, paralelamente à produção gráfica que tem desenvolvido nos últimos anos, em desenhos de dolorosa carga erótica".

Aracy Amaral

AMARAL, Aracy. Nelson Leirner. In: MODERNIDADE: arte brasileira do século XX. São Paulo: Hamburg, 1988.

"A idéia de apropriação, central na produção de Nelson Leirner, ganharia acabamento e adquiriria uma feição particular por volta do ano de 1965, com sua exposição na Galeria Atrium, com Geraldo de Barros. Em seus trabalhos, essa idéia conteria tanto a noção de objet-trouvé (entendido como um objeto já pronto e que, pelos seus predicados, se destaca aos olhos do artista da massa de objetos anônimos) quanto a de readymade (de objeto feito em série, sem nenhum atributo que o diferencie de seu similar e pelo qual se nutre uma radical indiferença). (...) se o primeiro contempla o gosto do artista (não o bom gosto, convém destacar), o segundo tende a anulá-lo. A coexistência entre ambos é possível, como vem comprovando Leirner, graças a um raciocínio que permeará todo o conjunto de seu trabalho e que consiste na realização de um encontro (poderíamos chamá-lo de cópula, o artista chama-o de Xeque-Mate) entre dois objetos e termina gerando um terceiro. Essa fórmula remonta ao célebre aforismo de Lautréamont: 'Belo como o encontro fortuito de um guarda-chuva com uma máquina de costura, numa mesa de dissecação'".

Agnaldo Farias

FARIAS, Agnaldo. NELSON Leirner. In: TRIDIMENSIONALIDADE na arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural, 1997.

"A cena internacional, nos anos 60, estava tomada pelas performances. Mais precisamente, Leirner mostra-se afinado com o tema da comercialização da arte, dos trâmites da produção até a recepção crítica da arte. Qual o 'negócio' subjacente à assinatura do artista, os vários certificados e documentos que legitimam a fabricação de uma autenticidade, eram indagações recorrentes em Yves Klein, Ben Vautier (do Grupo Fluxus) e Claes Oldenburg. Buscavam cercear uma garantia de verdade da arte. Le Magasin (início dos anos 60) e The Store (1961-62), dos dois últimos respectivamente, envolveram procedimentos familiares a Leirner. Cada qual à sua maneira procurou estabelecer uma paridade entre o objeto da arte e um produto de consumo na sociedade capitalista. Pertence a essa linhagem de happenings o convite de Leirner em oferecer gratuitamente suas obras ao público que foi ao evento Exposição-Não-Exposição, no encerramento da Rex Gallery & Sons.
A necessidade de desmistificar o objeto artístico prosseguiu na série Homenagem a Fontana (1967), grandes lonas coloridas em que o zíper ironiza o rasgo já canonizado: qualquer um passa a poder abrir ou fechar o plano pictórico. Para conceituar o valor da arte (território do 'nome próprio'), Leirner pôs à venda os seus 'fontanas'  ('nome comum') conforme a crítica resultante de sua planilha de custos, submetendo, portanto, a obra a uma aula doméstica de economia. Assim, deslocou a discussão da arte como gesto inaugural (o nostálgico mito do original)  para o gesto repetido, serial. Anos depois, seguindo a mesma esteira, fez uso de um jornal de grande circulação para transmitir o modo de fazer múltiplos de seus múltiplos. Tratava-se de extrair o processo aurático da criação e aproximar a arte da simplicidade da 'tecnologia do cotidiano'. Democratizar o produto do artista merece um espetáculo. Nesse sentido, é preciso cotejar o slogan de Leirner com méta-matics de Jean Tinguely, de 1959, ao proclamar 'faça você mesmo e crie sua própria pintura abstrata'. À pergunta de Michel Foucault, 'O que é um autor?', Leirner rebateu com uma reflexão prática, que inclui uma densa experiência como professor, e iniciou uma conturbada relação com o aparato ideológico responsável pela institucionalização da arte (a crítica, o museu, a galeria, o mercado)".

Lisette Lagnado

LAGNADO, Lisette. O combate entre a natureza fetichista da arte e sua historização. In: PEDROSA, Adriano (Org. ). Nelson Leirner e [and]) Iran do Espírito Santo: 48. Biennale di Venezia - Padiglione Brasile. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1999. p. 42-43.

"Para uma análise da questão da autoria da obra e da autoridade, do gesto eleitor do artista, é necessário ressaltar que apesar de apropriar-se de imagens e objetos preexistentes, Leirner não tem interesse no silêncio e na neutralidade dos readymades originais. Exemplo flagrante dessa intenção é fornecido pelas três instalações realizadas entre 1984 e 1986, reunindo centenas de objetos que iam desde anões de jardim, brinquedos baratos, insetos de borracha, santos de gesso até animais de plástico, organizada por categorias como procissão sinuosa espalhada pelo espaço expositivo. Objetos artesanais e industrializados, de colorido intenso e apelo kitsch, dispostos com solenidade, evocavam senso de humor distanciado da frieza do racionalismo de Duchamp. Cada um dos objetos escolhidos o foi por estar investido de carga emocional, quer pela alusão à piedade religiosa (entendida no sentido mais ecumênico possível), quer pela ingênua aspiração ao pseudo-requinte, pelo sentido lúdico ou pelo realismo caricato. Dessa forma, as mesmas peças podem repetir-se em momentos diferentes, mas passam a compor em O Grande Desfile, 1984, os fetiches de uma marcha triunfal; em O Grande Combate, 1985, transformam-se em épico com bombardeios plásticos na vanguarda, e o gesso dos anjos guardiões na retaguarda, que em O Grande Enterro, 1986, viraram integrantes de cortejo compungido. (...)
A dessacralização da arte aparece em seu percurso como uma das formas de viabilizar a existência da própria arte. Alterações e referências satíricas a uma obra considerada marco indiscutível da história da arte sempre são acompanhadas de manipulações com exclusão e adição de elementos, configurando uma situação de xeque-mate. Se a situação limite deixa entrever a aniquilação de seu alvo, de acordo com a teoria de Leirner, a união de dois elementos deve gerar um terceiro que tem até significado próprio quando a operação chega a bom termo".

Maria Isabel Branco Ribeiro

RIBEIRO, Maria Isabel Branco. Nelson Leirner. In: POR que Duchamp? Leituras duchampianas por artistas e críticos brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural: Paço das Artes, 1999. p. 60-61.