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19/09/2017

Bate-papo com o artista Ricardo Homen e a curadora Manu Grossi

Uma conversa sobre a história da arte através da produção do artista passando por movimentos como o Concretismo, Neoconcretismo, Neoplasticismo, Suprematismo e outros.

Terça-feira, 26 de setembro, às 17h, na AM.

Para a inscrição pedimos uma doação ao Instituto Undió.
+ informações pelo e-mail am@amgaleria.com.br
ou telefones 3223-4209 / 99233-1138

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19/09/2017

Bruno Novelli, novo artista representado pela AM

Temos o prazer de anunciar que o artista Bruno Novelli (1980) passa a integrar o time de artistas representados pela AM.

Com uma produção desenvolvida em diferentes suportes, incluindo pinturas, desenhos, trabalhos digitais e mapas metagráficos, Bruno Novelli  vem explorando temas como a representação da paisagem tropical pelo olhar europeu e o embate entre a natureza e o pensamento racional do homem.

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01/09/2017

Abertura exposição “A cor construída” de Ricardo Homen

Exposição até 30 de setembro

A AM Galeria tem o prazer em receber a exposição individual do pintor mineiro Ricardo Homen a partir do próximo sábado, 02 de setembro.

Para a exposição Ricardo Homen apresentará sua mais recente pesquisa, uma série de cerca de 150 pinturas/objeto de várias dimensões, trabalho intenso que transita entre a pintura, a escultura e o desenho. Além desses objetos, que vem desenvolvendo intensamente nos últimos 2 anos, o recorte curatorial da diretora artística Manu Grossi abrigará 7 pinturas em grande escala. A exposição é uma grande imersão na cor, a construção da cor no trabalho de Ricardo, um recurso sistemático de composição, de variações quase que musicais e que permeiam todo o forte espectro de referências da história da arte, desde o concretismo e neo concretismo brasileiros e Latino Americanos assim como o suprematismo russo. Nesse conjunto de trabalhos Ricardo Homen sintetiza sua pesquisa pictórica em conversa constante com o desenho e com a tridimensionalidade que já eram presentes nas paisagens arquitetônicas de óleos cinzas e pretos, como nos abismos de linhas aguadas, trabalhos do inicio da década de 2000 já bem conhecidos do público.

Ricardo, que ganhou sua primeira serra de madeira quando adolescente, incorpora dessa vez no trabalho a experiência de moldureiro e marceneiro. As construções dos objetos, a madeira delicadamente serrada, recortada, encaixada em um jogo sensual, recoberta por papel que vem ao fim receber as camadas e camadas de tinta a óleo em misturas de cor que o artista cria. São estudos de forma e composição minuciosamente pensadas e dissecadas. Por muitas vezes essas pinturas de dimensões e formatos tão variadas sugerem imagens de objetos do cotidiano, cujas palavras e marcas foram apagadas restanto apenas a forma, moldura e a cor de fundo. Esses apagamentos remontam a caixas de fósforos, capas de livros e assim por diante.

A exposição passa por 3 momentos: no primeiro, objetos construídos com bases de variações de amarelos, cinzas e pretos que nos levam ao mergulho, na segunda sala, na cor; cor que se constrói exuberante nas centenas de pinturas tridimensionais que saltam à parede e que, por fim, se completam no terceiro grupo de 7 pinturas em grande escala, demonstrando toda a potência pictórica de sua produção.

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